Estamos realizando uma série de entrevistas com os alunos que estão participando da primeira turma do Mestrado Profissional em Saúde Pública Baseada em Evidências.Neste mês Érica Ferreira da Silva e Marcínia Moreno Bueno


Marcínia Moreno Bueno
Idade: 45 anos
Naturalidade: Santa Vitória do Palmar/ RS
Formação: Enfermagem e Obstetrícia / UFPEL
Local de trabalho: 3ª Coordenadoria Regional de Saúde
Função: Coordenadora Regional do Programa de Imunizações

Por que cursar o MP no Programa de Pós-Graduação em Epidemiologia?
O trabalho em saúde pública sempre despertou minha atenção. Fazer mestrado significava epidemiologia, não conseguia pensar em outra área. A oportunidade de estar cursando o mestrado em epidemiologia no Centro de Pesquisas da UFPEL parecia distante, mas este momento chegou, estou muito orgulhosa de estar cursando o mestrado nesta instituição reconhecida mundialmente pelo alto nível de seus professores e pesquisadores. Melhor ainda é estar tendo esta grande oportunidade com o financiamento pelo Ministério da saúde – SUS, com o objetivo de qualificar os trabalhadores em saúde de todos os níveis de Gestão.

Qual a sua expectativa em relação ao MP?
Minhas expectativas são as melhores, somos um grande grupo de trabalhadores em saúde que tem o maior interesse em se qualificar para desenvolver cada vez melhor suas atividades e trabalhos científicos.

De que maneira o curso poderá melhorar a Saúde Pública da sua localidade?
Acredito que facilitará para colocar em prática o que aprendemos durante o curso. Utilizaremos melhor os dados, construiremos indicadores que irão contribuir para o planejamento de saúde nas nossas áreas de atuação.

Quais suas pretensões profissionais futuras?
Continuar estudando e trabalhando na Vigilância em Saúde, aplicando o aprendizado adquirido durante o curso de mestrado.


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Érica Ferreira da Silva
Idade: 34 anos
Naturalidade: Guarulhos -SP
Formação: Enfermeira pela Universidade Estadual de Maringá-Pr
Local de trabalho: Secretaria Municipal de Saúde de Foz do Iguaçu Pr
Função: Enfermeira da Vigilância Epidemiológica

Por que cursar o MP no Programa de Pós-Graduação em Epidemiologia?
Desde a minha formação em 1998, desejava fazer mestrado em saúde pública, porém por vários motivos profissionais e pessoais não tive condições de fazê-lo. Quando surgiu a oportunidade do MP, através do Centro de Pesquisa, que é uma referência em epidemiologia, tudo foi naturalmente dando certo desde a inscrição, até hoje quando estamos na metade do curso. Fico muito feliz por estar cursando em uma instituição tão importante para a pesquisa e poder aprender com professores tão reconhecidos nacional e internacionalmente.

Qual a sua expectativa em relação ao MP?
A experiência está sendo fantástica, superou todas as minhas expectativas. A interação do grupo com os professores, monitores e demais colaboradores do Centro de Pesquisa estão fazendo uma grande diferença neste processo de aprendizado.

De que maneira o curso poderá melhorar a Saúde Pública da sua localidade?
Acredito que através da utilização na prática daquilo que aprendemos durante os módulos, principalmente quando analisamos verdadeiramente os indicadores produzidos no município, utilizando-os como base para o planejamento de ações em saúde pública.

Quais suas pretensões profissionais futuras?
Continuar atuando em epidemiologia e na docência, utilizando todo o aprendizado do mestrado,  e futuramente fazer um doutorado.

Como está se sentindo no período em que passa em Pelotas, o que mais gostou, o que menos gostou? Gostaria de salientar alguns aspectos da cidade, do programa, etc?
Apesar da distancia, são mais de mil km de distância de casa, deixar a família e diversas outras dificuldades que enfrentamos, está sendo tudo muito bom. Pelotas é uma cidade muito interessante, ao mesmo tempo histórica e atual. Fui muito bem acolhida! Os doces fizeram o maior sucesso, sempre tinha encomendas para a volta.
Como já disse antes, o que me deixou muito feliz foi a interação do grupo, os jantares, a troca de experiências, todas as situações vivenciadas neste período vou guardar com muito carinho.


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Paula Lamb Quilião
Idade: 28 anos
Naturalidade: Alegrete - RS
Formação: Fisioterapeuta
Local de trabalho: Serviço Municipal de Fisioterapia
Função: Fisioterapeuta

Por que cursar o MP no Programa de Pós-Graduação em Epidemiologia?
O Programa de Pós-Graduação em Epidemiologia da UFPel é reconhecido por sua excelência em ensino e pesquisa, e desde 2003, após conclusão da graduação, me interessei pela área de saúde pública e epidemiologia. Entretanto, como iniciei a trabalhar logo, o sonho de realizar um mestrado foi sendo adiado. Agora, com minha vida profissional estabilizada, estou me dedicando intensamente a este mestrado.

Qual a sua expectativa em relação ao MP?
Estamos praticamente na metade do caminho, e até agora as disciplinas ofertadas superaram minhas expectativas.

De que maneira o curso poderá melhorar a Saúde Pública da sua localidade?
No meu município e região oeste estamos enfrentado um impasse quanto a implantação do Centro de Referência em Saúde do Trabalhador. Com os resultados de minha dissertação estabeleceremos um diagnóstico quanto ao problema servindo de suporte para habilitação do CRST e de orientação quanto às ações prioritárias.

Quais suas pretensões profissionais futuras?
Eu não irei parar mais, já venho colhendo os frutos deste mestrado, com motivação de gestores e coordenadores de unidades em saúde do trabalhador, considero que antes de terminar o mestrado o CRST-oeste já estará inaugurado e “funcionante”. Pretendo também ingressar em um doutorado na área de saúde pública logo que terminar o mestrado.

Como está se sentindo no período em que passa em Pelotas, o que mais gostou, o que menos gostou? Gostaria de salientar alguns aspectos da cidade, do programa, etc?
Me sinto em casa, neste período eu morei com uma aluna do MA welcome que foi muito importante para contribuir para nosso conhecimento e integração com os outros alunos da PG em epidemiologia. A cidade é maravilhosa, com eventos sociais como Fenadoce, feira do livro, teatros, gastronomia rica e “pubs” cheios de estudantes. A única impressão ruim da cidade é o trânsito, considerei os motoristas muito agressivos e ruas pouco asfaltadas.


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Maria Regina Reis Gomes
Idade: 44 anos
Naturalidade: Pelotas-RS
Formação: Faculdade de Enfermagem e Obstetrícia - UFPel
Local de trabalho: Vigilância Epidemiológica – Secretaria Municipal de Saúde - Pelotas
Função: enfermeira – Coordenadora do Serviço de Vigilância Epidemiológica

Por que cursar o MP no Programa de Pós-Graduação em Epidemiologia?
Toda a minha vida profissional é ligada ao trabalho em saúde pública, desde unidades básicas de saúde, e há alguns anos, atuando na vigilância epidemiológica. Devido à complexidade do serviço de vigilância sentia a necessidade de uma qualificação especifica para o trabalho, e o mestrado profissionalizante, vem completar as atividades desenvolvidas e auxiliar o trabalho já realizado. Outro motivo é o fato de poder cursar sem me desvincular do trabalho e do mesmo ser realizado em uma instituição conceituada como excelência em epidemiologia.

Qual a sua expectativa em relação ao MP?
Além de toda a melhoria na qualidade do trabalho da vigilância, pretendo também realizar um bom trabalho de pesquisa utilizando todas as informações disponíveis com qualidade e resultados verdadeiros.

De que maneira o curso poderá melhorar a Saúde Pública da sua localidade?
Através de o conhecimento adquirido melhorar a qualidade do planejamento, organização, avaliação para a saúde no município.


Quais suas pretensões profissionais futuras?
Melhorar minha atuação e a qualidade do trabalho da vigilância epidemiológica, empregar o que aprendi também em outras áreas da saúde pública e posteriormente, quem sabe, fazer o doutorado.

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Roberto Valiente Doldan
Idade: 43
Naturalidade: Dourados - MS
Formação: Enfermeiro
Local de trabalho: Secretaria Municipal de Saúde de Foz do Iguaçu
Função:Enfermeiro da Vigilância Epidemiológica

Porque cursar o MP no Programa de Pós-Graduação em Epidemiologia?
Eu tenho uma longa trajetória na docência e na epidemiologia, ambas sempre exigiram de mim um envolvimento maior no âmbito da pesquisa de forma a instrumentalizar melhor o meu trabalho, porém, os cursos de mestrado ofertados na região não supriam esta necessidade, pois na sua maioria são voltados para áreas assistenciais. Portanto, quando surgiu a oportunidade de cursar o MP num local de prestígio como o Centro de Pesquisa, com professores gabaritados que são referência nacional e até internacional na área de Saúde Pública, não pensei duas vezes e me inscrevi no processo de seleção, sendo aprovado posteriormente.

Qual a sua expectativa em relação ao MP?
Apesar das dificuldades para eu cursar o MP, pois tenho que me deslocar mais de mil quilômetros todos os meses e deixar todos os meus afazeres profissionais e pessoais durante uma semana, a minha expectativa é grande, pretendo fazer um bom trabalho de pesquisa durante o curso e me qualificar através do conhecimento científico para aplicar a pesquisa baseada em evidências no âmbito profissional melhorando a qualidade do meu trabalho, contribuindo desta forma com a saúde pública da região.

De que maneira o curso poderá melhorar a Saúde Pública da sua localidade?
Eu, enquanto servidor público trabalhando na área de vigilância epidemiológica, pretendo através do conhecimento adquirido no curso, trabalhar o universo de dados e indicadores que já fazem parte do meu processo de trabalho de forma a contribuir com os gestores locais na interpretação da realidade, contribuindo no planejamento de ações que venham a melhorar a saúde pública e reforçar os preceitos do Sistema Único de Saúde na região.

Quais suas pretensões profissionais futuras?
Pretendo continuar atuando na docência e epidemiologia. Na docência vou direcionar minha atuação para área de saúde pública, pois atualmente estou lotado em outra área e na epidemiologia pretendo desenvolver pesquisas que venham contribuir com as necessidades locais.

Como está se sentindo no período em que passa em Pelotas, o que mais gostou, o que menos gostou? Gostaria de salientar alguns aspectos da cidade, do programa, etc?
Pelotas é uma cidade fascinante, com uma riqueza cultural muito grande, portanto, passar uma semana aqui é gratificante. A população é bastante acolhedora e os doces de Pelotas são um convite para excessos gastronômicos. Os calçadões, as galerias, o movimento intenso de pessoas na região do centro demonstram uma energia muito positiva que trazemos junto para a nossa cidade de origem. Foi difícil acostumar com o vento sul que em muitas vezes nos pegou desprevenidos. Gosto muito também do grupo que foi constituído no MP, são pessoas maduras, idealistas e extremamente solícitos comigo, fazendo-me sentir “em casa” aprendi até a tomar chimarrão! Não posso deixar de citar também os jantares com o grupo que são regados a vinho do Rio Grande, troca de experiências e churrasco gaúcho.


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Cleusa Marfiza Guimarães Jaccottet
Idade: 46
Naturalidade:Pelotas
Formação: Cirurgiã-Dentista
Local de trabalho: Secretaria Municipal de Saúde de Pelotas/UBS Py -Crespo
Função: Ciruegiã-Dentista

Porque cursar o MP no Programa de Pós-Graduação em Epidemiologia?
Somente com conhecimento científico e trabalho dedicado poderemos construir uma Saúde Bucal Coletiva - SBC que atenda às necessidades de saúde da população. E foi na busca deste conhecimento que procurei o MP.

Qual a sua expectativa em relação ao MP?
Já estamos praticamente no final dos módulos teóricos, e o conhecimento adquirido durante este período, nas aulas, nas supervisões e nas trocas com colegas tem tido um valos inestimável para mim.

De que maneira o curso poderá melhorar a Saúde Pública da sua localidade?
A SBC tem um longo caminho a ser trilhado, acredito que a capacitação dos profissionais é fundamental para a conquista de melhorias  nas práticas de assistência e gestão. Acredito também, que o crescimento profissional oportunizado, promoverão mudanças positivas nos locais onde atuo, e novos desafios profissionais.

Quais suas pretensões profissionais futuras?
Pretendo continuar atuando na assistência, e aprimorar o conhecimento no campo da Avaliação de Serviços e Programas de Saúde para continuar trabalhar nesta área.


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Afrânio Alberto Tavares Krüger
Idade: 51 anos
Naturalidade: Pedro Osório/RS
Formação: Médico
Local de trabalho: Hospital Escola-UFPel
Função: Médico Ginecologista e Obstetra, Chefe do Serviço de Ginecologia e Obstetrícia do Hospital Escola

Porque cursar o MP no Programa de Pós-Graduação em Epidemiologia?
Por trabalhar em serviço universitário a qualificação científica é muito importante, a epidemiologia proporciona um conhecimento amplo na área de saúde pública, atendendo a necessidade de apreender e poder desenvolver pesquisa que melhore a qualidade de nossos serviços.

Qual a sua expectativa em relação ao MP?
Espero que o MP proporcione conhecimentos aplicáveis a minha atividade no serviço público, facilite meu entendimento do mundo científico e sua aplicação pratica no dia a dia da profissão.

De que maneira o curso poderá melhorar a Saúde Pública da sua localidade?
A minha inserção profissional é diretamente ligada a saúde pública da região, deste modo, espero que com a qualificação adquirida possa ser imediatamente transferida a comunidade.

Quais suas pretensões profissionais futuras?
Pretendo aplicar o conhecimento adquirido na atenção a saúde e ao ensino, se possível continuar a formação científica na medida do possível.


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Ângela Gonçalves Silva
Idade: 33 anos
Naturalidade: Rio Grande/RS
Formação: Enfermagem e Obstetrícia
Local de trabalho: Rua Lobo da Costa, 1764
Função: Enfermeira Coordenadora do Serviço de Enfermagem

Porque cursar o MP no Programa de Pós-Graduação em Epidemiologia?
O interesse por pesquisa sempre fez parte da minha formação, embora tenha trabalhado mais com pesquisa qualitativa. Mas ao surgir a oportunidade de fazer um mestrado voltado para minha área de atuação, e tendo o Centro de Pesquisa como referência, não tive dúvida que era tudo o que eu estava querendo e precisando no momento.

Qual a sua expectativa em relação ao MP?
A minha expectativa é tentar terminá-lo da melhor forma, embora seja difícil, ter que trabalhar a noite e de dia, e ainda, ter fôlego para chegar em casa e estudar. Mas está me fazendo muito bem, porque estou me sentido mais valorizada por mim mesma, e pretendo apartir dessa experiência tentar me especializar cada vez mais na minha área. E atuar mais na pesquisa baseada em evidências no meu ambiente de trabalho.

De que maneira o curso poderá melhorar a Saúde Pública da sua localidade?
Quando um profissional além de produzir dados, é também capaz de analisá-lo, isto automaticamente gera informação para saúde, que sempre de alguma forma beneficiará alguns e outros não. Mas acredito que se eu for capaz de interpretar meus dados, e criar medidas que auxiliam na melhoria da população a qual estou vinculado, é claro que terei ao longo dos anos uma grande melhoria da saúde destas pessoas e na qualidade de suas vidas.

Quais suas pretensões profissionais futuras?
Acredito no que eu faço, e gosto muito desta parte de trabalhar com a promoção e prevenção da saúde, bem como, todos os aspectos que envolvem a família e o indivíduo. Os profissionais da saúde desempenham papéis que se relacionam como outras áreas profissionais o que gera uma riquesa em aprendizado, devido as trocas que há com outros profissionais. Acho importante a academia, pois a mesma forma profissionais que terão que gostar de trabalhar para o coletivo e em prol do social, e às vezes isto, acaba sendo falho e os profissionais acabam esquecendo do seu juramento feito, e começam a trabalhar em prol de si. Então tenho um interesse profundo em atuar como docente na graduação futuramente através de pesquisas feitas na área da saúde diretamente vinculada a população bem como auxiliar a formação de profissionais mais preparados para atuar com o coletivo.


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Rosa Maria Teixeira Gomes
Idade: 36 anos
Naturalidade: Alvorada/RS
Formação: Medicina
Local de trabalho: US Panorama-Gerência Partenon/Lomba – SMS de Porto Alegre
Função: Médica

Porque cursar o MP no Programa de Pós-Graduação em Epidemiologia?
Diversos motivos me levaram a prestar prova de seleção para esse mestrado. Primeiramente, é um curso voltado para profissionais que atuam com saúde pública, que tem experiência prática da realidade de trabalho no SUS. Característica que inclusive foi valorizada na seleção. O modelo como foi organizado, proporciona condições para que profissionais que pretendem iniciar na vida acadêmica possa manter seus vínculos de trabalho sem prejuízo. Outro grande motivo, diz respeito à própria instituição, que por sua qualidade de ensino torna atraente toda possibilidade de vínculo educacional.

Qual a sua expectativa em relação ao MP?
Acredito que o mestrado profissionalizante irá qualificar meu trabalho na Saúde Pública. Como médica de família ampliará meu entendimento de visão global do paciente, levando em consideração aspectos que transcendem o indivíduo. Penso que a aproximação com a pesquisa, para quem vivencia na prática o atendimento em saúde publica, acaba qualificando o ambiente de trabalho local.

De que maneira o curso poderá melhorar a Saúde Pública da sua localidade?
A oportunidade de realizar um projeto de pesquisa voltado a uma problemática local, irá proporcionar uma visão ampliada, na qual não se pode obter sem o desenvolvimento desse tipo de trabalho. Isso irá qualificar o atendimento local e proporcionará condições de escolher quais ações em saúde são prioritárias.

Quais suas pretensões profissionais futuras?
Pretendo manter minhas atividades como médica de família, bem como continuar com a formação acadêmica na área de Saúde Pública. Penso em fazer doutorado.

Como está se sentindo no período em que passa em Pelotas, o que mais gostou, o que menos gostou? Gostaria de salientar alguns aspectos da cidade, do programa, etc?
Ficar uma semana em Pelotas mensalmente tem sido muito gratificante. É um momento de dedicação acadêmica, onde posso me entregar aos estudos e à convivência com pessoas que estão com a mesma intenção, estudar e trocar experiências. O curso de mestrado profissionalizante iniciou em março, momento em que fiquei muito impressionada com a recepção por parte dos funcionários e professores do programa de pós-graduação. Ainda hoje, após 6 meses, mantenho a mesma impressão inicial, motivo que me estimula e entusiasma a fazer esse tipo de mestrado.


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Milton Luiz Merony Ceia
Idade: 53 anos
Naturalidade: Pelotas/RS
Formação: Medicina - UFPEL
Local de trabalho: Depto de Medicina Social – Posto de Saúde do Centro Social Urbano
Função: Médico

Porque cursar o MP no Programa de Pós-Graduação em Epidemiologia?
Como eu trabalho na Atenção Básica, ou seja, em Unidades Básicas de Saúde, já há algum tempo desejava aprimorar  meus conhecimentos, ampliar os instrumentos utilizados no dia-a-dia, para me qualificar e qualificar os serviços em que atuo. Quando surgiu a oportunidade de cursar o MP no Programa de Pós-Graduação em Epidemiologia junto ao Centro de Pesquisas Epidemiológicas, tendo como professores pesquisadores reconhecidos internacionalmente, vi que essa era a oportunidade que esperava.

Qual a sua expectativa em relação ao MP?
Minha expectativa é de uma Pós-Graduação de alto nível, que eu possa aproveitar ao máximo os conteúdos teóricos e práticos, que possa utilizar o conhecimento transmitido pelos professores e corresponder fazendo um trabalho de boa qualidade ao final do curso.

De que maneira o curso poderá melhorar a Saúde Pública da sua localidade?
Acredito que o curso me proporcionará ferramentas e conhecimentos para utilizar dados, informações que estão disponíveis no meu serviço e assim qualificá-lo, prestando um melhor atendimento à comunidade. Por outro lado os gestores locais  poderão dispor dos trabalhos originados deste MP e talvez promover melhorias tanto na estrutura quanto no processo do cuidado dispensado à população.

Quais suas pretensões profissionais futuras?
Como esta é a primeira turma de MP, não sei se haverá Doutorado Profissional; se houver, tentarei me qualificar ainda mais,se não talvez tente o Doutorado Acadêmico. Mas de qualquer modo, só com a realização do MP, creio já ter avançado na minha qualificação profissional. 


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Marici Souza Jeremias
Idade: 40 anos
Naturalidade: São Joaquim/SC
Formação: Enfermagem – Universidade Federal de Santa Catarina -UFSC
Local de trabalho: Chefia de Divisão Técnica – Coordenação de Programas e Projetos - Gerência de Saúde de Lages – Secretaria de Estado do Desenvolvimento Regional
Função: Enfermeira

Porque cursar o MP no Programa de Pós-Graduação em Epidemiologia?
As linhas de pesquisa do MP são consoantes aos meus interesses. Além disso, produzir conhecimento científico direcionado à possibilidade de resolução de problemas cotidianos representa uma efetiva oportunidade de consolidação dos desafios que se apresentam ao meu campo de atuação profissional.

Qual a sua expectativa em relação ao MP?
Além da produção de conhecimentos, espero que os ensinamentos oriundos do MP passem a integrar minhas rotinas de atendimento e cuidado à população.
 
De que maneira o curso poderá melhorar a Saúde Pública da sua localidade?
Creio que os resultados da pesquisa que pretendo empreender poderão  constituir propostas de ação ou a formulação de  um programa de saúde pública voltado à minimização do número de hospitalizações por causas evitáveis. Em uma instância ampliada, poderão representar ampliação da atenção primária em saúde.

Quais suas pretensões profissionais futuras?
Constituir grupo de pesquisa multiprofissional que possa, por meio da produção de conhecimentos, subsidiar ações de gestores de saúde pública da região do planalto serrano de Santa Catarina.

Como está se sentindo no período em que passa em Pelotas, o que mais gostou, o que menos gostou? Gostaria de salientar alguns aspectos da cidade, do programa, etc?
A oportunidade concedida aos alunos do MP para acessar conhecimentos tácitos e explícitos solidificou minhas expectativas. Além do acesso a produção de autores e articulistas e de pressupostos teórico-epistemológicos inerentes à área, vivenciar experiências práticas representa o que mais entendo como significativo e importante de minha vivência em Pelotas e no MP. A cidade é acolhedora e seus habitantes são gentis. Conhecer prédios e monumentos “carregados”  de história é um aspecto que apreciei sobremaneira e que me encanta.


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Fabiana da Silva Cabreira
Idade: 30 anos
Naturalidade: Canoas/RS
Formação: Cirurgiã-dentista, especialista em Odontopediatria - ULBRA
Local de trabalho: Secretaria Municipal de Saúde de Alegrete/RS - Departamento de Saúde Bucal
Função: Odontóloga

Porque cursar o MP no Programa de Pós-Graduação em Epidemiologia?
Eu já tinha conhecimento da excelência dos cursos e pesquisas do Programa de Pós-Graduação em Epidemiologia porém não tinha disponibilidade de tempo para realizá-los. O MP surgiu como uma oportunidade de cursar o mestrado sem ter que me afastar do serviço.

Qual a sua expectativa em relação ao MP?
Por estar envolvida com o dia-a-dia do serviço e da clínica odontológica sinto necessidade de: ter ampliar meus conhecimentos a respeito dos serviços de saúde; qualificar-me na estruturação dos mesmos; desenvolver e avaliar criticamente pesquisas/serviços; por fim, contribuir para a melhoria da atenção Odontológica em Alegrete.

De que maneira o curso poderá melhorar a Saúde Pública da sua localidade?
A atenção Odontológica em Alegrete precisa de pessoas capacitadas para melhor geri-la. Disponibilizar um profissional efetivo capaz de aperfeiçoar rotinas e serviços trará grandes benefícios à população.

Quais suas pretensões profissionais futuras?
Trabalhar na estruturação do serviço odontológico (PSF, CEO, Vigilância Sanitária – ênfase odontologia - etc.).
Cursar doutorado.

Como está se sentindo no período em que passa em Pelotas, o que mais gostou, o que menos gostou? Gostaria de salientar alguns aspectos da cidade, do programa, etc?
Quando estou em Pelotas respiro aprimoramento científico, remeto-me ao período acadêmico. Imersão é o termo correto. O difícil é retomar a rotina clínica e abrir mão da acadêmica! Entretanto, isso é preciso. Estando em Alegrete o tempo para os trabalhos da aula é conquistado a “duras penas”.
A maneira como o mestrado esta sendo conduzido tem sido e deve ser sua melhor qualidade.
Algumas vezes, fico em dúvida se estou acompanhando adequadamente a proposta do mestrado. Talvez isso ocorra em função dos métodos de avaliação com os quais não estou acostumada.

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Vera Lúcia Schmidt da Silva
Idade: 41 anos
Naturalidade: Sapiranga/RS
Formação: Enfermagem e Obstetrícia - UFPEL
Local de trabalho: Coordenadora do Programa Saúde da Criança - Secretaria Municipal de Saúde de Pelotas e Hospital Escola da UFPEL
Função: Enfermeira

Porque cursar o MP no Programa de Pós-Graduação em Epidemiologia?
Comecei a ter interesse em cursar Mestrado quando iniciei a trabalhar com a investigação de óbitos infantis em 2005, percebi que eu não tinha um raciocínio voltado para a Epidemiologia e isso me fazia falta, tornando meu trabalho mais difícil. Quando fizemos a parceria com o Centro de Pesquisas Epidemiológicas- UFPel, o trabalho desenvolvido tornou-se mais qualificado. Com o convívio com algumas pessoas do CPE despertou-me o desejo de cursar um Mestrado. Aprendi muitas coisas que me ajudaram a melhorar meu trabalho, recebi incentivo de algumas pessoas, em especial a Alícia, que me ensinou muito e me incentivou a fazer a seleção do MP.

Qual a sua expectativa em relação ao MP?
Estou adorando as aulas. Espero fazer um excelente trabalho de conclusão e que este possa ser útil para o município, já que vou estudar a Mortalidade Infantil em Pelotas, e sabemos que este é um importante indicador de saúde que necessita ser melhorado em Pelotas.

De que maneira o curso poderá melhorar a Saúde Pública da sua localidade?
Acredito que à medida que os profissionais que atuam na Atenção Básica se qualificam isso repercuti na qualidade da atenção à saúde. Estaremos melhor qualificados para identificar, perceber, utilizar e planejar com maior propriedade as informações geradas pela Atenção Básica e com isso planejar ações e estratégias para melhorar a qualidade da atenção à saúde prestada.

Quais suas pretensões profissionais futuras?
Pretendo continuar desenvolvendo meu trabalho na SMS, aplicando os conhecimentos adquiridos no MP para qualificar este trabalho, e também é claro, continuar me aperfeiçoando, quem sabe fazer Doutorado?
Como também trabalho no HE – UFPEL, tenho contato diário com alunos da graduação penso no futuro trabalhar na Docência.

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Jacqueline da Silva Dutra
Idade: 41 anos
Naturalidade: Pelotas/RS
Formação: Nutrição - UFPEL
Local de trabalho: UBS Navegantes - Secretaria Municipal de Saúde de Pelotas/RS
Função: Nutricionista

Porque cursar o MP no Programa de Pós-Graduação em Epidemiologia?
Faz algum tempo que aguardava uma oportunidade para fazer um curso de pós-graduação. O Mestrado no Programa de Pós-Graduação em epidemiologia sempre foi uma possibilidade. Em função de família e trabalho, muitas oportunidades passaram sem que eu conseguisse aproveitá-las. Mas com a nova visão do Ministério da Saúde, que incentiva a formação de recursos humanos ligados ao SUS e com o Programa de Pós Graduação em Epidemiologia da Universidade Federal de Pelotas aderindo a esta Rede de Formação, não podia deixar esta oportunidade passar, e foi o que fiz. Hoje me orgulho de ser aluna de tão conceituada instituição.

Qual a sua expectativa em relação ao MP?
Minha expectativa é poder dar um salto qualitativo em minha formação, através da atualização profissional, da troca de conhecimentos/ experiências e da prática em tão importante área como é a da pesquisa em saúde pública.

De que maneira o curso poderá melhorar a Saúde Pública da sua localidade?
No momento em que um trabalhador da área da saúde faz uma pós-graduação, seja ela lato ou stricto sensu, presume-se que ele sairá melhor do que entrou, desta forma espera-se que o resultado do seu trabalho (no nosso caso o que chega ao usuário), tenha uma amplitude e uma qualidade melhor.
Espero que a minha prática com a pesquisa, durante o MP, possa proporcionar novos caminhos no exercício da minha profissão e que possa contribuir para a melhoria dos serviços que são prestados a população, tanto na UBS - Unidade Básica de Saúde em que trabalho, bem como para tantas quantas minha pesquisa puder atingir.

Quais suas pretensões profissionais futuras?
Pretendo, em primeiro lugar, aperfeiçoar e melhorar qualitativamente minha atuação profissional. Em segundo lugar, tenho a pretensão de tão logo termine o mestrado iniciar um doutorado.
Faz alguns anos, participei de uma seleção pública para professor substituto na Faculdade de Nutrição e estive como Professora Substituta na área de Saúde Pública por dois anos. Esta experiência foi profissionalmente gratificante, pois fechou um ciclo já que atuo na mesma área, e despertou em mim o gosto pela docência, certamente, em um terceiro momento, esta seja a minha maior pretensão, a docência.

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Maria Antonia Heck
Idade: 54 anos
Naturalidade: Santo Cristo/RS
Formação: Enfermagem e Obstetrícia - UFPEL
Local de trabalho: Centro de Saúde Escola Murialdo/SES/RS e Secretaria de Saúde de Sapucaia do Sul/RS
Função: Técnica em Saúde e Ecologia Humana e Enfermeira Coordenadora da Vigilância Epidemiológica

Porque cursar o MP no Programa de Pós-Graduação em Epidemiologia?
Porque no Murialdo faço e ensino ações de Vigilância em Saúde para os Residentes Médicos e da Residência Integrada em Saúde que compõem sete núcleos. Ela está em fase de regulamentação e, para isso os preceptores e tutores precisam estar em atualização continuada no que se refere à ensino, pesquisa e ações em saúde.

Qual a sua expectativa em relação ao MP?
Em primeiro lugar espero dar conta da programação proposta e dispor de conhecimento e tempo para escrever o artigo proposto.
Pretendo qualificar meus conhecimentos com ênfase especial no que se refere a analise de dados e projetos de pesquisa que faz parte das ações atualmente tanto da Vigilância em Saúde como da Residência Integrada em Saúde.

De que maneira o curso poderá melhorar a Saúde Pública da sua localidade?
Propondo projetos, fazendo pesquisa, qualificar a análise de dados assessorando a gestor municipal no Planejamento Municipal de Saúde e participando da promoção de capacitações. Na Residência Integrada em Saúde, contribuir com mais qualidade na promoção de recursos humanos para SUS.

Quais suas pretensões profissionais futuras?
Pretendo dar continuidade ao trabalho que estou fazendo, no Estado pretendo trabalhar muitos anos ainda, se tudo dar certo no Mestrado talvez vou pensar num Doutorado Profissionalizante, mas o meu futuro está na Escola de Saúde Pública do SES, ser consultora para o SUS, já tendo contribuído para o Ministério da Saúde em projetos conjuntos com o Ministério da Educação, assim como tenho dado aulas esporádicas nas Universidades sobre Vigilância em Saúde, Relatório de Gestão, etc.

Como está se sentindo no período em que passa em Pelotas, o que mais gostou, o que menos gostou? Gostaria de salientar alguns aspectos da cidade, do programa, etc?
Em Pelotas fico hospedada na casa de minha irmã. Preciso me organizar muito esta semana, até para ficar o dia todo sentada na sala de aula, achei falta de um lugar para dar uma caminhada no final da tarde. Senti-me muita bem acolhida por todos, a Margarete da secretaria é dez, o programa está dentro das expectativas, tenho mais dificuldades em operar o computador e, as aulas sobre a biblioteca virtual estou revisando achei muito rápidas.
Vou encerrar dizendo que estou gastando muito, fiquei esperando vários anos para fazer um mestrado, o MP está sendo uma grande oportunidade para mim. Desculpe ser bem sucinta nas minhas respostas, aqui o tempo é pouco e preciso dar atenção a múltiplas ações. Obrigado espero ter correspondido um pouco das expectativas propostas pelo MP.

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